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A EQUIPE ESTÁ= ; NO AR: AUMENTE O SOM!

 

 

Publicado na Revista Segmento Empresarial.<= /i>

 

Por  Renilda Our= o

 

O contato humano é um processo rítmico, energético, que carrega tensões e/ou fluidez. Emoções têm ritmo, compasso, velocidade; sentimos o out= ro, assim como o outro nos sente: essa é a estrutura da vida, num fluxo rítmico-energético entre seres vivos, que ao final estã= ;o á procura de identidade. 

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Se baseamos nossos preceitos de vida na dúvida, invalidação ou reação, ao invés da crença, confiança e ação própria (e não reação como efeito externo a fatos ou outros), est= amos num compasso que privilegia a retenção, os bloqueios, os trau= mas, ao invés da harmonia, do compasso, da melodia, que caracterizam a fluidez.

O coração é o pêndulo universal dos ritmos. O seu movimento é como um aferidor das vibrações, com base n= as quais decidimos viver, é como na música: oitavas acima, ou oitavas abaixo, e com essa esc= olha graduamos os sentimentos e as impressões do mundo, harmonizando-nos = ou opondo-nos aos desafios que se apresentam.=  

Sem ritmo não há música; sem harmonia, responsável pela a= rte musicada, não há melodia, a primeira expressão de capacidades musicais.  Cons= onante ou dissonante, os sons se interpõem no mundo da música; o primeiro como aquele agradável aos nossos ouvidos; o segundo trazendo aos sentidos a idéia de desarmonia, parecendo desagradável, m= as sabiamente exigindo um outro som logo em seguida, uma resoluçã= ;o em uma consonância, que cai muito bem aos ouvidos.<= /span>

Imagino que no mundo da constituição das equipes de trabalho algo se passe dessa mesma= forma, o que nos inspira a utilizar essa analogia, considerando que trabalh= o em equipe é, mais do que técnica, uma arte, e que a competência maior está em transformar dissonâncias em consonâncias, expressando a capacidade de musicar as relações, no ritmo, harmonia e compasso que permita compor al= go vital.

Imagino ainda que, se considerássemos os princípios de claves, notas e instrumentos= que elaboram uma bela melodia, um deles seria: como cada um desses elementos= se comporta se decidem que fazem parte dessa música. Ouso a analogi= a, para uma definição pertinente para as premissas do trabalho em equipe: como eu me comporto se decido que pertenço a esse grupo!<= o:p>

Assim, a representação dos sentimentos, que se traduz no comportamen= to humano, se efetua de acordo com as repercussões de valor que cada um dá, às vibrações e ao ritmo, em última instância, do seu coração.  E quando o sentimento fala, a comunicação  não se fragmenta em pedaços, sem significado, pelo contrário, o ouvinte é movido por uma impressão de conjunto, queira ou não o emissor conscientizar-se disso. Essa afirmação é verdadeira tanto quanto o sentimento que, mesmo uma única uma frase, enunciada em desconhecido idioma, pode nos penetrar. A comunicação, verbal ou não, é condicionante da qualidade das relações, primeiro atributo pa= ra o trabalho em equipe.

 

 

 

 

 

MANTENHA O COMPASSO DO SEU CORAÇÃO

 

A necessidade de encontrar modelos de equipes adequados  ao contexto e veloc= idade que o mundo do trabalho impõe, é assustadora. É a competência do trabalho das equipes que influencia o comportamento  da organização e  à medida que este, aos pouc= os, se baseia em premissas menos mecânicas, rígidas,  e=   mais orgânicas, que valorizam as relações, fazer frente aos seus muitos desafios pode  parecer mais animador.

Vale então, aproveitando o = tom musical, trazer á discussão a analogia com o fenômeno do jazz.

 

No mundo= da música, costuma-se associar improviso à jazz:  Alguns estudiosos já explor= am, a partir de metáforas, as conexões entre esse estilo musical e o que ocorre nas organizações, considerados a forma artística e o grau de improvisação. Do estilo característico do jazz, com sua capacidade de alocar performances de forma muito dinâmica, sem nenhuma coordenação explícita e cumprindo propósitos de grupo, ratifica-se a constatação de que a aplicação de modelos comportamentais propostos pela biologia são efetivos como alternativa para aplicação, no campo cada vez mais complexo, das organizações.

 

O fascínio do jazz, além da criatividade momento a momento, é a transparência, para os ouvintes, de alguma estrutura subjacente, fluida, não densa; o processo criativo se dá a pa= rtir de elementos estruturais bastante significativos: identidade no que &eac= ute; essencial e liberdade no que não é essencial.  A marca do jazz, a sua beleza, deco= rrem exatamente da especificidade de cada performance, que no conjunto explicita= uma combinação singular de liberdade e estrutura, pérolas = para o alcance de nova compreensão sobre os elementos estruturantes de uma  equipe de trabalho, dentr= o das organizações. A liberdade do jazz está naquilo que não distorce as convenções do estilo e a estrutura de = cada composição.

 

 

RETIRE DISSONÂNCIAS DO CAMINHO

 

Uma anal= ogia com o mundo dos átomos pode também exemplificar algo relacion= ado a comportamentos: nesse mundo observamos que os átomos se manifestam  como part&iacut= e;cula, numa dada realidade; numa outra realidade distinta, eles se comportam como = onda;  dizemos que há uma complementaridade onda-partícula. Porém, quando o átom= o se manifesta como onda, sempre em conjunto com outros átomos, ele nunca= se manifesta como partícula; quando ele se mostra como partícula, nenhum comportamento ondulatório é observado. São realidades distintas.

 

Os relacionamentos humanos trazem evidências de = que o mesmo acontece. Quando estamos muito bem num relacionamento, e a harmonia está presente,  n&atild= e;o existe uma separação nítida entre nós e o outro; podemos até ter os mesmos pensamentos, e até ao mesmo tempo. Quando, no entanto, nossas relações não estão favoráveis, fica evidente a separatividade e se evidenciam as diferenças; e as manifestações são distintas. <= o:p>

 

No mundo organizacional, essa dança també= ;m fica evidente. Culturas corporativas variam de estados muito otimistas e harmoniosos de relacionamentos internos até estados de conflito, pressão, e até depressão, e isso pode se dar num espaço muito pequeno de tempo, entre uma situação e ou= tra. Tal fato tem muita influência sobre os trabalhos que precisam ser realizados e construir relacionamentos autênticos, que consolidem o trabalho em equipe, é um grande desafio para as corporações.=

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Procurar a dinâmica das relações que minimize frustrações, significa estabelecer a crença de que o modelo dos scripts comportamentais pré determinados não funcionam. 

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A cada momento em que pessoas e conseqüentemente equipes deixam de “cristalizar” aquilo= que supõem deve acontecer, enriquece-se o campo para

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outras possibilidades, trazendo à tona a exigência da dissonância, a ser seguida pela consonância, observando o ritmo e o compasso que traduzirão movimentos soltos em harmonia. Esse é o processo que evita frustrações, e que garante que a motivação seja continuada, que os propósitos sejam mantidos, sempre respeitando a lógica da vida, aqui musicada, que se apresenta, a todo momento.

 

 

 

ENTRE NO RITMO DO CONHECIMENTO CADA VEZ MAIOR 

 

Nã= ;o seria muito afirmar que a mais recente&nbs= p; transição da gestão de recursos humanos por  cargos / funções par= a a gestão por competências se dá, mesmo que sem conotação  explícita, na direção de dotar as pessoas de competências para agir  e decidir num mundo=   com grande grau de improvisação. Seria o caminho para a “improvisação competente”,  uma forma de escapulir do estigma = de que tudo o que é “improvisado não é profissionalR= 21;? Será, e o jazz?

 

     = ;    

Não estamos advogando prepa= rar as organizações para a retração do planejamento= em seus diversos níveis, mas sim que este deixe espaço para o desenvolvimento da capacidade de criar e agir, quando for preciso, sem que = se procure exaurir em detalhes o plano, ou que se mergulhe em stress toda vez = que o que vem ou está por vir, não tenha sido planejado.  Está mais do que provado que não há método de planejamento capaz de suportar as necessárias quebras de scripts tão comuns no continuum planejado-realizado, assim como está mais do que provado que o trabalho de indivíduos e equipes, quanto mais providos de possibilid= ades criativas, mais perto da realização e identificaç&atil= de;o está. 

 

&n= bsp;        

Na analogia ao jazz, a improvisação refere-se à simultaneidade do trabalho de composição e execução; na organização, precisa-se assimilar a possibilidade do mesmo, considerando que tal prática levará pessoas, equipes e organizações a:

 

1)&n= bsp;    Estimular o raciocínio estratégico em qualquer ponto da organização, numa visão de todo;

 

2)&n= bsp;    Acreditar no valor da alternância na atuaç&atild= e;o dos papéis desempenhados, de líder a apoiador e vice-versa, capacitando todos para a compreensão do negócio;

&nb= sp;

3)&n= bsp;    Criar ambiente favorável à busca do significado= de cada tarefa, como forma de eliminar o que não deve ser feito;

&nb= sp;

4)&n= bsp;    Assimilar a visão integrada dos processos, de forma a serem conhecidos os impactos das ações e decisões do q= ue um faz, em todas as outras partes;

&nb= sp;

5)&n= bsp;    Provocar a inovação contínua, pelo  maior grau de autonomia e criativi= dade;

&nb= sp;

6)     Estabelecer o trabalho e comunicação em rede, de forma a tornar o sistema cada vez mais inteligente, a partir da sinergia das competências existentes.

 

 

 

AJUDE A COMPOR UMA NOVA REALIDADE..

 

        &= nbsp;

Pessoas otimistas são aquelas capazes de transformar uma primeira impressão em uma experiência, e aí não importa m= uito qual a qualidade que se destacou; há sempre uma nova chance, capaz de reversão. A eficácia nos processos empresariais também depende das premissas sobre as quais a equipe elabora suas atitudes: pensar genuinamente de maneira otimista e comunicar isso faz-se inevitável, para a construção de uma&nbs= p; nova realidade, sempre, inspiradora, motivadora, significativa para todos.

 

&n= bsp;        

O que ocorre dentro das organizações é um reflexo de tudo o que se passa fora delas. Se estivermos pendur= ados no passado, escolheremos ver o futuro da mesma forma como víamos o passado. Se conseguirmos alterar nossa percepção sobre o presente, alteraremos o futuro. A questão é: até onde podemos ir? Até que ponto podemos mudar o futuro alterando nossa per= cepção do agora? Ninguém sabe a resposta, mas com certeza é algo que deve merecer suficiente atenção e investimento, de forma a qu= e as relações e organizações humanas possam caminhar= com maior harmonia e dignidade, na busca de instituições saudáveis que ajudarão a constituir sociedades saudáve= is. E somente pessoas, conectadas, compartilhando propósitos e valores, serão capazes de compor essa nova realidade.

 

As organizações que são percebidas como máquinas constroem para si próprias estruturas rígidas, intransponíveis e como corolário trazem para dentro do ambiente organizacional as resistências, que vão de bloqueios à constituição de equipes de alta performanc= e, á lideranças caracterizadas pela centralização, invalidação de outros e por vezes, até arrogânci= a.

 

Da mesma forma, os canais de comunicação se restringem a essa estrutur= a, ignorando outras informações e relacionamentos significativos, criando ambiente favorável à desmotivação e à certa irresponsabilidade pelos propósitos institucionais. C= omo corolário, o valor dado às equipes de trabalho bem constituídas se esgotam ou nas palavras, nos conceitos, e quando mai= s em treinamentos que não dão conta do essencial, porque o coração humano, responsável pela harmonia das relações, é inatingível por eles.

&nb= sp;

 

CAIA NESTE RITMO E AUMENTE O SOM!

 

     = ;    

Fazemos parte de um mundo de conexões naturais, onde tudo se relaciona a tudo. A todo  momento fazemos conexões, e= se as praticamos conscientemente, fortalecemos os links,  conectando-nos com todos.

 

Cada um = de nós conhece alguém que conhece alguém mais e hoje já se sabe que cada um de nós est&aacut= e; a apenas seis graus de separação de outro grupo de pessoas: o m= undo se transformou num lugar pequeno. Dentro da organizaç&atild= e;o, nossas redes podem ser muito maiores do que efetivamente podemos imaginar, pois apenas alguns atalhos são necessários pa= ra obtermos informações, que podem fluir mais livre e diretament= e, resultando em aumento de troca de recursos, na possibilidade de obtenção de resultados diferentes do que estamos habituados a alcançar, ampliando a inteligência de projetos, de gestã= ;o, e de negócios.   M= ais ainda, produzindo uma infinidade de outras composições de indivíduos em novas equipes situacionais.

 

&n= bsp;         Desenvolver atividades e projetos nas organizações, com base em redes de relacionamento e gestão, voltadas à operacionalização dos seus processos, seu acompanhamento, tro= ca de práticas e experiências, é uma possibilidade que não dá para dizer não, e enriquecedora no nível= das relações.  A tecnologia dispõe, para tal, de recursos a custos mínimos, ao mesmo tempo em que a tendência das organizações é adotar a estrutura em rede, o que pode ratificar as vantagens do desenvolvimento e gerenciamento de tarefas via redes, a partir de equipes c= olaborativas. 

 

 

Além de cumprirem todos os itens das iniciativas convencionais, as organizações  que incorporam a idéia das = redes, ainda possibilitam:

 

 

1.      Criação de  atmo= sfera de comunicação que motiva as pessoas para além dos seus presentes horizontes;

2.      Inovaçã= o na gestão, viabilizando a riqueza de informações que não seria possível sem a sua utilização;

3.      Aplicação, com rapidez, das melhores práticas de gestão e a disponibilização de soluções = para problemas em tempo infinitamente menor;

4.      Consideração adequada de questões que surgem no dia a = dia, ao mesmo tempo, em vários pontos da organização; =

5.      Valorização das pessoas, dando-lhes todas as oportunidades pa= ra desenvolver sua criatividade e inovar;

6.      Possibilidade de conhecimento e mapeamento de competências e de seu  acionamento, quando necessá= rio aos negócios da organização;

7.      =   Redução de custos de desenvolvimento de ativida= des e projetos, em função de economias de tempo, prazos de finalização de atividades e maior facilidade para implantação.

8.      =   Maior nível de comprometimento das pessoas e suas equi= pes com a construção organizacional coletiva.. =

 

 

NÃO - HERÓI E NÃO – ANJO: GENTE

 

Da palav= ra à ação há todo um caminho que busca a fluidez, através de canais de confiança, validação do ou= tro, respeito e ações sempre baseadas em valores construtivos. Sem isso, qualquer iniciativa de construção de equipes ideais, está destinada à frustração, de muitos.  E as organizações seguirão seu caminho administrando retenções, bloqueio= s, traumas, num desempenho com pouca vida pulsante, carente de significado e de conexões de valor.

 

Assumir posturas produtivas significa mudar a visão de mundo; não significa, de nenhuma forma, chegar à categoria de herói ou anjo, mas simplesmente exercitar capacidades que nos são oferecidas, de graça, todos= os dias! Que possamos quebrar os estigmas e assumir nossas capacidades transformadoras, que prezam uma solução potente para a construção de organizações e sociedades mais dignas, para todos!

 

 

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